O estado é composto por dinheiro, sendo que todos nós contribuímos para que esta fortuna cresça e gere bem estar social e segurança. A fortuna sendo bem utilizada pelo governante pode ser motivo para que a população tenha apreço, ou seja, gera satisfação para com o governador. Por outro lado, a fortuna sendo mal utilizada pelo governante ela pode causar instabilidades no estado, como por exemplo, greves e golpes de estado. Podemos citar como motivos para tais fatos o desvio de verbas públicas e a compra de votos no senado.A virtú deve ser aprimorada a fim de p
ropor a sustentabilidade do governo, para que o mesmo venha a depender menos da fortuna. Por isso as estratégias de governo devem ser bem traçadas a fim de que a população por mais que, disfunções venham a ser causadas pela má
administração da fortuna. Podemos citar a concessão de incentivos fiscais a indústrias, em um primeiro momento isto é bom, por outro lado a população continua pagando impostos altos, já que, encargos são repassados em outros segmentos da economia.A virtú é uma habilidade do governante, nasce com ele, ao passar do tempo o indivíduo o aprimora, tendo ele a facilidade de encarar problemas e disfunções de forma coerente, implantando mudanças flexíveis.. A virtú e a fortuna andam juntos, porem, o governante deve usar a sua virtú para absorver as possibilidades despertadas pela fortuna. Deve saber usar a fortuna para manter o seu poder, e não para prejudicar o seu reinado. Exemplo disso é os Estados Unidos, já que utilizam sua virtú para controlar diplomaticamente outras nações, usando de forma eficiente e eficaz a fortuna, neste caso para impor suas vontades. É sabido que o presidente desta nação é um dos governantes mais influentes do planeta, controla tudo o que é de seu interesse. Por exemplo: a invasão do Iraque. O governo usou da força e da sua virtú para derrubar um opositor e se apossar do produto que era interessante para seu estado: o petróleo. Outro exemplo é compra de terras na Amazônia por países estrangeiros para quem sabe futuramente “Dar o Bote” no Brasil e tomar a Amazônia quem sabe.
Acadêmicos: Marcos, Cesar e Vitor.

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